Agora não se trata mais de um disco baseado quase que única e exclusivamente no universo de Coágula. As "interferências" vinham de todos os lados. Todos os integrantes em uníssono despejando suas doenças, suas influências e seus desejos no caldeirão das aberrações. Um verdadeiro encontro de diferentes visões com semelhantes objetivos. Coágula permanece como relator, assinando o que se lê e o que se repudia. Transcreve o que absorve, alimenta-se e expele. O grito que conduz a máquina sonora tratada com detalhismo, seja na força de Vidaut ou na emoção de Léo. Na incisão "cirúrgico-musical" de Magrão ou no peso de Lereu. Paraíso Perdido traz dúvidas, assume e levanta criticas. A ponte que leva muitos do "nada ao lugar nenhum" está partida, quebrada. Desmantelou-se. 01 - Intro 02 - Paraíso Perdido 03 - Santos & Pecadores 04 - Passivo/Agressivo 05 - Coágula 06 - Bastardos da América 07 - Anjo 08 - Embaixadores da Carne do Amanhã 09 - Oblívio 10 - Presença de Espírito 11 - Moribunde 12 - Seu Deus (A lei do Eterno Retorno) 13 - Tempo Perdido 14 - Solvente 15 - O Sabbaticus Créditos: Erich - Vocal Lereu - Guitarra Vidaut - Bateria Léo - Teclado Magrão - Baixo Produzido por: Pedro Burckauser e Maldita Gravado por: Pedro Burckauser, Vidaut e Magrão Mixado por: Pedro Burckauser e Vidaut Masterizado no estúdio Sterling Sound em Nova York